O dia comecou cedo com os participantes a sairem de Novi Sad com escolta policial, devido ao transito na hora de ponta.

O percurso foi rapido, atravessamos o danubio para Petrovaradin, e enquanto passavamos na rua principal, muitos locais, talvez admirados por verem tantos ciclistas juntos ou ja com conhecimento da iniciativa atraves do noticiario da cadeia local de TV, iam acenando o que se tornou muito engracado de ver e perticipar no aceno de retorno.

O nosso destino desse dia foi a vila de Sremski Karlovci, famosa pelas suas igrejas. Tivemos sorte porque nesse dia havia feira de artesanato local, no largo do Municipio. Tivemos tempo para visitar algumas das igrejas, ortodoxas, e ainda provar uns vinhos tipo vinho do Porto mas com um tero alcoolico exagerado. Comprei uma garrafa para comemorar quando, e se, chegar a Varna/Sofia.

As senhoras, claro, divertiram-se a comprar bugigangas.

Depois de termos visitado Sremsky, carregamos as bikes em dois vagoes de carga dos caminhos de ferro servios, que foram depois atrelados a um comboio turistico, especialmente reservado para os participantes do Danube by Bike, que nos iria transportar ate Belgrado, capital da Servia.

O comboio era do inicio do seculo XIX, e foi uma festa, o que mais se via eram garrafas de cerveja de 2L. SIM, aqui ha garrafas de cerveja de 2L, eles nao brincam em servico.

Descarregar as bikes na estacao de Zavsky em Belgrado foi um apice, e depois tipo em coluna militar com baterores da policia, dirigimo-nos para a Praca Sayija para nos alojarmos no Hotel Slavia, o que se tornou complicado pois deixamos de ser 200 para passarmos a ser 400 participantes, uma vez que os participantes do percurso Bucareste-Belgrado tambem iam ficar instalados no mesmo Hotel, um edificio enorme com 14 andares.

Depois das borucracias de chek-in saimos de novo com escolta

Estou a pedalar até Vukovar, ainda na Croácia e depois atravesso a fronteira para a Sérvia.

Depois de uma noite passada num Hotel de Luxo, acabado de estrear, levantamos “ferro” cedo na manhã e às 9h00 já estavamos a rolar em direcção a Udvar (fronteira entre a Hungria e a Croácia).

O problema foi qque mal nós saímos de Mohács começou a chover e a trovejar de tal maneira que mais parecia uma rave de tecno em pleno verão. Conclusão: ficámos todos molhados que nem uns pintos.

A passagem da fronteira processou-se lentamente, primeiro no lado hungaro e depois no croata a mostrarmos, um a um os passaportes (imaginem 200 ciclistas a mostrar os passaportes de uma só vez). O que vale é que além de receber um carimbo novo do Passaporte , com a Croácia veio também o sol…o sol….para secarmos as roupas e as sapatilhas.

Mais à frente parámos para descanço numa região vinícola com direito a provas de vinhos….imaginem no que deu…algumas falhas de equilibrio….

Esta região do nordeste da Croácia é caracterizada por ser uma região vinicola, e de3 natureza protegida, com bons locais para observação de aves. Como é feriado nacional croata, a população da zona, ou dirigiu-se para a costa adriática, tipo o nosso algarve, ou então estava ao longo dos lagos a fazer piqueniques e a dar “banho à minhoca”.

Já perto de Osijek, uma das regioões onde decorreram alguns do piores combates da guerra civil jugoslava, pela indepenência da Croácia, a Presidente da Câmara local brindou-nos com um almoço típico incluíndo danças e cantares. No menu: Goulasch croata, que é do género do hungaro, mas tem mais carne de vaca e de porco.

A entrada em Osijek foi em grande estilo: 200 ciclistas em columa (tipo militar) escoltados por carros da Polícia local (Policija) atravessando a cidade com o trânsito todo cortado.

Os habitantes aplaudiam-nos, tiravam fotos e os condutores buzinavam….

Osijek é uma cidade

Tenham um bocado de paciencia e pena de mim. Assim que eu tiver acesso a internet no meu portatil, ou arranjar um teclado decente eu conto-vos umas historias….

O dia amanheceu, como sempre cerca das 5H00, com chuva miúdinha tipo molha tolos.

Depois de carregar o atrelado, pus-me a caminho do Parlamento húungaro. Como nao havia transito foi fácil chegar,  nao fui o primeiro, pois já lá se encontrava uma rapariga romena e um casal húngaro. Mal acabei de “estacionar a bike” comecou a chover parecia o dilúvio.

Entretanto comecaram a aparecer timidamente uns ciclistas e os membros da organizacao. O Parlamento ofereceu-nos o pequeno-almoco e depois de ja estarmos todos organizados e com o registo confirmado foi a vez dos discursos. Primeiro pelo Porta-voz do Parlamento Hungaro a agradecer e a encorajar e blá, blá, blá…. Depois um elemento do ECF Federacao Europeia de Cicloturismo e por fim, reparem bem, e por fim o Embaixador da gra-Bretanha na Hungria. Perguntam-nme porque e que ele fou botar faladura? Pois e uma maneira de fazer diplomacia de charme, existe uma “equipa” da Embaixada no evento…..Este e o tipo de diplomacia a que os Embaixadores portugueses nao estao habituados, nos e mais diplomacia do croquete: festinhas recepcoes copinhos de champagne, croquetes e tal….

Depois dos discursos todos pedalamos, com direito a escolta policial, pela cidade ate a Praca dos Herois onde embarcamos em autocarros para Solt. Desta maneira livramo-nos de: perder tempo com a saida de Budapest e condicionar mais o transito em Budapeste em hora de ponta.

Em Solt o Turismo Hungaro tinha-nos preparado uma surpresa. o almoco foi servido numa quinta que reproduyz o modus vivendi das populacoes locais ao longo dos tempos, tipo “Quinta de Santoinho” ou o “Pateo Saloio” para quem conhece. Bom almoco, bom vinho, bons doces, um espectaculo com cavalos e depois comecamos a pedalar ate Kalocsa.

De louvar a organizacao que com eficacia, e muitas das vezes ao longo de estradas regionais conseguiu “fazer deslocar” 200 ciclistas

São 13H30 locais (12H30 em Lisboa) em Budapeste está a chover desde ontem à tarde. Está um tempo de $#%=* frio e chuva.

Esta manhã ainda deu para ir dar uma volta aqui por perto, e qual não foi o meu espanto quando encontrei uma Igreja dedicada a …. Rainha Santa Isabel, essa mesmo, a das rosas no regaço, com direito a estátua e tudo.

Logo às 19H45 está agendada uma reunião numa ilha do Danúbio, em Budapest, para os participantes se encontrarem, assim como os organizadores, com esta chuva, não sei não…..

Esta tarde fui dar uma volta, mais uma a pé, pela cidade, já que não pedalo farto-me de calcorrear a cidade. Fui até à impressionante Basílica de St Stephens…

Passei para o lado de Buda na ponte Széchenyl….

E já do lado de Buda vi o edíficio do Parlamento Húngaro, que já tinha visto quando cá cheguei no dia 19JUN…

Amanhã é a partida para Kalocsa, em direcção a Sul, à fronteira com a Croácia.

VEJA AS FOTOS DESTE DIA AQUI

O dia hoje amanheceu como o de ontem, enublado e com chuva de molha tolos.

Não consigo transferir as fotos do cartão da minha máquina de fotografar para o PC, razão pela qual não tenho postado fotos. Vou mudar de cartão e depois logo se vê.
São 12H30 em Budapest, o sol começa a querer aparecer. Vou almoçar……KFC, pelo menos esse é seguro hahahahah
Já estou há 2 dias em Budapeste e tenho percorrido a cidade a pé. Vi, ontem, o mercado local na Fóván Ter, tipo Bolhão (no Porto) mas que se encontra coberto, e diga-se de passagem em melhor estado de conservação do que o Bolhão.
Não exitem dúvidas de que Budapeste é uma cidade repleta de monumentos e bem “posicionados” de modo a que de ambas as margens do rio Danúbio se tem uma maravilhosa vista, quer de dia quer de noite, sobre ambos. Tanto os monumentos que se encontram em Buda (como o conjunto arquitectónico do Palácio Presidencial como da cidadela) ou em Peste com a sua obra prima que é o edifício do Parlamento Húngaro.

De resto, hoje enquanto passeava pela cidade, veio-me à cabeça a melhor definição para a Budapeste actual: um aterro sanitário repleto de monumentos. Nada condiz melhor com esta definição e creiam que estou a ser muito sincero e de espírito bem aberto, compreendendo que as culturas e o “modus vivendi” dos povos são diferentes de uns para outros.
Estou em crer que daqui a uns 10 anos Budapeste recuperará a sua beleza, quando limpa e terminarem as obras que as autoridades começaram todas ao mesmo tempo, tanto em Buda como em Peste, e que não conseguem simplesmente terminar, levando a um coro de críticas da população local.
Reparei também que em Budapeste existe uma enorme comunidade de origem turca, provavelmente devido às invasões otomanas, uma imensa

Como definir Budapeste?

Budapeste é um misto de comunismo decadente, ocidentalização selvagem, reminiscências das invasões turcas e do Império Austro-Hungaro. Isto é Budapeste, com muito lixo à mistura.

A cidade até que é linda, não fossem as fachadas dos prédios, quando existentes, estarem completamente consporcadas pelo passar das décadas. Salvo alguns edifícios adaptados em Hotéis, e um ou outro edifício público, Budapeste precisava de ser metida na máquina de lavar no programa da roupa mais suja.

Hoje é sábado, e a população mais abastada parece ter fugido de Budapest para o Lago Balaton, tipo a Caparica cá da zona, mas em vez de frente atântica, uma frente lagunar. A cidade foi deixada para os turistas, às paletes, e para os menos abastados. Quase não se vê trânsito na rua, ouvem-se sirenes. Esta gente adora sirenes: são as ambulâncias, a polícia, as seguranças, parece uma discoteca…

Ao caminhar pelas ruas deparo-me com salas de jogos, tipo mini-casinos. Uns mais faustosos que outros, vejo ainda muito lixo e mictórios improvisados a cada canto.

Negócios de paquistaneses, turcos e afins florescem pela cidade, assim como lojas de roupa em segunda mão.

De manhã fui até à Citadela, em Buda, e depois andei pelas ruas mais turisticas to centro de Peste. Qual não foi o meu esptanto que, misturado com as tradicionais bugigangas para turistas vi um cachecol de Portugal e, claro a Tshirt do CR7. 10 euros?? É já uma !

A Hungria ainda não atingiu os parâmetros estabelecidos pela UE para adesão ao Euro, mas eles apresentam o preço sempre em Forins (Hungaros) e Euros. O câmbio é assim: 3000 forins = 10 euros.

Nota-se da parte das autoridades da cidade um esforço para modernizar Budapest, talvez daí o enorme estaleiro em que Budapeste está transformada. Estou em crer que , acabadas as obras e com as fachadas dos

Foi obra chegar a Budapest.

Esta manhã, antes de sair do camping de Esztergom, um casal austríaco dizia-me que ía acampar fora de Budapeste e depois ía de combóio visitar a cidade. Agora compreendo o porquê..

É uma confusão entrar em Budapest, a cidade está um caos com obras em tudo o que é sítio, impressionante.

Depois de andar no meio do tráfego/obras citadinho, cheguei ao Hostel mesmo em frente à grande estação de combóios Keleti Palvaudvar.

De excitante durante o percurso do dia de hoje foi a travessia do danúbio entre Dunabogdány e Kisoroszi, uma aldeola que fica numa ilha no meio do danúbio.

A travessia foi feita numa barcoleta sem capacidade técnica para transportar bicicletas: muitos degraus e afins. Éramos 2 eu e um turista inglês que terminava hoje a sua “tourné” em Budapest.

Atravessar a ilha até Szigetmonostor foi paisagisticamente falando mais um ambiente de quintas de cfriação de cavalos e pequenas aldeolas perdidas no tempo.

Em Tahitófou, entrei num café digno de um filme de Hitchcock….muito escuro, balcão ao fundo da sala, sofás com 60 anos dispostos à volta de uma mesa que já viu melhores dias, panos de renda nas costas dos sofás, candeeiros dos anos 50 e fotos a condizer.

Parece que aqui pela Hungria é +- tudo assim, serão influências do Império Otomano?

O facto é que, se fiquei surpreendido em Bratislava pela elegância do Hostel, em Budapeste fiquei surpreendido pela falta dela. O Hostel de Budapeste, situado em frente à tal estaçao, é tripo ponto de encontro de anarquistas. E pronto, lá estgou eu no meio destes anarcas. É só historietas.

O “bairro” onde se situa o Hostel é do género Rossio/Martim Moniz, para as gentes de Lisboa, ou Ribeira/Miragaia para as gentes do Porto.

Em conversa com o “dono” perguntei porque é que toda a gente fala alemão como segunda

Acordei tipo 8H00, fui ao banho e comecei a desmontar a tenda e a arrumar as coisas no atrelado, sob o olhar atento de um casal de reformados alemães, que se espojavam nas esperguiçadeiras em frente à sua autocaravana.
Depois de tudo arrumado, protecção solar às toneladas para cima e preparei-me para uma voltita de 70km até Esztergon.
Dirigi-me de novo para a Komárno (Eslováquia) dei uma volta pela cidade, muito jeitosa, embora ainda andem a reconstruir alguns edifícios, e no largo da Câmara Municipal uma surpresa, sinais de wifi grátis. Ora aí está uma boa iniciativa a ser copiada por TODAS AS CÂMARAS DE PORTUGAL, deve custar menos que construir rotundas. Parei, puxei do meu Acer e fui ver o email e os comentários ao site. O pessoal que passava uns paravam, outros olhavam simplesmente, alguns rondavam, e um rapaz depois de rondar veio meter conversa, primeiro em eslovaco, e eu pensei, epa eu não falo língua de vaca, e perguntei english? E numa mistura de inglês de praia, alemão de esplanada e gestos lá mantivemos uma conversa, eua dizer que era de Portugal, ele com o Cristiano e tal, ele se eu andava de bicicleta, e eu sim, esta é minha vou até Varna na Bulgária e ele a dizer que já tinha andado pela Macedónia e Albânia e como a conversa não estava engraçada, ele fingiu que viu uma colega e pirou-se. Ufa…que raio! Mas estes gajos não têm o Magalhães? Não têm o Sócrates cá do sitio para os meter todos a aprender inglês?é só Deutsch, deutsch, schnitzel….!
Acabei o meu trabalho, arrumei as coisas e pus-me a pedalar.
Estava eu a espera que o trânsito parasse para eu passar aparece um tipo a fritar Portugal, Portugal (e eu: sim Cristiano Ronaldo lololololol) vinha com mais 3 para

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